Segunda-Feira, 27 de Outubro de 2014

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Veneza: Declara culpado de crimes de guerra, Obama, Poroshenko, UE e OTAN

"A Casa Branca não quer acabar com a guerra na Ucrânia, mas sim envolver a Rússia em um conflito internacional".

Publicada: 13/09/2014 - 15h19m|Fonte: RT|Versão para impressão|

  • O julgamento foi organizado para chamar a atenção da comunidade internacional
  • O julgamento foi organizado para chamar a atenção da comunidade internacional
    Foto: © RT/Wikipedia/REUTERS/RIA NOV
O Governo de Vêneto organizou um julgamento simulado do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, do presidente ucraniano, Piotr Poroshenko, e os chefes da União Europeia e da OTAN.

O chamado Governo de Vêneto, um movimento italiano para a independência da região, organizou uma manifestação em Veneza que consiste em uma simulação de julgamento do presidente Barack Obama; seu homólogo ucraniano Piotr Poroshenko; Presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, e o secretário-geral da OTAN, Anders Fogh Rasmussen, por crimes de guerra cometidos contra civis na região de Donbass, informa Itar-Tass. Como resultado da "decisão", todos foram condenados.

De acordo com Albert Gardin, Lider do movimento e um dos promotores da iniciativa, o "julgamento" foi organizado para chamar a atenção da comunidade internacional sobre os acontecimentos no leste da Ucrânia e mudar a opinião pública sobre a Rússia.

"Nós sabemos que o "julgamento" não corresponde à visão predominante sobre a Rússia, até porque a imprensa europeia somente reproduz notícias fabricadas pela UE e OTAN", disse Gardin.

Falando sobre a União Europeia, Gardin disse que "em vez de unir a Europa, prega a divisão" e "em vez de afirmar os valores da paz e da justiça, está apoiando governos golpistas e fascistas." A União Europeia tem protegido o golpe na Ucrânia continuamente afirma Gardin, e ao mesmo tempo silencia a grave situação no leste do país".

"Na Europa estamos transmitindo ordens políticas escritas por Washington. Tanto a UE e a Ucrânia estão fazendo o que querem os EUA. A Casa Branca não quer acabar com a guerra na Ucrânia, mas sim envolver a Rússia em um conflito internacional", conclui Gardin.

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