Sábado, 29 de Março de 2014

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Tempestade Agatha mata mais de 150 na América Central

Na capital da Guatemala, Cidade da Guatemala, um imenso buraco se abriu e teria engolido dois prédios, segundo relatos.

Publicada: 02/06/2010 - 14h05m|Fonte: BBC|Versão para impressão|

  • O imenso buraco que se abriu na Guatemala teria engolido dois prédios
  • O imenso buraco que se abriu na Guatemala teria engolido dois prédios
    Foto: Reuters
Equipes de busca na Guatemala, em Honduras e El Salvador estão lutando para levar ajuda humanitária a comunidades isoladas pela tempestade tropical Agatha.

A tempestade deixou ao menos 150 pessoas mortas desde sábado, a maioria delas na Guatemala.

As equipes estão escavando em meio à lama e escombros à procura de dezenas de pessoas desaparecidas após deslizamentos, que destruíram comunidades inteiras.

A Agatha já perdeu força, mas as autoridades dizem que os rios transbordaram e ainda representam um risco.

Na Guatemala, segundo as autoridades, pelo menos 123 pessoas teriam morrido. Em Honduras, haveria 14 vítimas e, em Salvador, nove.

Os três países declararam estado de emergência na tentativa de aumentar o fluxo de ajuda humanitária e recursos.

Na capital da Guatemala, Cidade da Guatemala, um imenso buraco se abriu e teria engolido dois prédios, segundo relatos.

Inicialmente, as autoridades disseram que a culpa era da tempestade, mas agora estão dizendo que vão fazer estudos para tentar determinar a causa exata do problema, já que um outro buraco surgiu na mesma área em 2007.

Devastação

Milhares de pessoas estão vivendo em abrigos temporários, seja porque suas casas foram destruídas ou porque foram evacuadas de áreas sob risco de inundações.

Ruas e pontes foram destruídas, tornando difícil levar ajuda às áreas mais afetadas.

O principal aeroporto da Guatemala ainda está fechado para voos comerciais por causa da erupção do vulcão Pacava na semana passada. Isso torna mais lenta a chegada de ajuda internacional.

A previsão é de mais chuvas nos próximos dias.

O presidente de El Salvador, Mauricio Funes, disse que o risco de mais destruição ainda é alto.

"Tem chovido tanto que o copo está cheio e uma gota a mais poderia ser fatal", disse Funes.

As autoridades dizem que a maioria das estradas do país foi afetada por deslizamentos.

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