Sexta-Feira, 01 de Outubro de 2010

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Parque do PR é interditado após suspeita de febre amarela em macacos

A gerência do parque suspeita que os animais, sete sagüis e um macaco-prego, tenham contraído febre amarela.

Publicada: 16/04/2009 - 12h56m|Fonte: Globo.com - G1|Versão para impressão|0 comentário(s)

  • Foto do jardim japonês existente no Parque do Ingá em Maringá no Paraná
  • Foto do jardim japonês existente no Parque do Ingá em Maringá no Paraná
    Foto: Ricardo Lopes/PMM
O Parque do Ingá, em Maringá (PR), foi interditado na última quarta-feira (15), depois da morte de oito macacos. A gerência do parque suspeita que os animais, sete sagüis e um macaco-prego, tenham contraído febre amarela.

Segundo a diretora de Vigilância em Saúde do município, Rosângela Treichel, a interdição é preventiva. “O protocolo da Vigilância Sanitária estabelece que alguns cuidados sejam tomados em caso de morte de macacos. Fizemos uma coleta das vísceras de todos os animais e enviamos para um laboratório em São Paulo, para investigar não só a febre amarela, como uma série de outras doenças.”

O último macaco morreu na última terça-feira (14). Na quarta-feira, segundo o gerente do Parque do Ingá, Mauro Nani, outro sagüi apareceu com um comportamento alterado, o que indica que pode estar doente. “Esses animais geralmente são bastante agitados, mas todos os que morreram apareceram antes quase imóveis”, disse Nani.

Nani informou que o material coletado dos animais foram enviados na terça-feira para o Instituto Adolfo Lutz, em Sâo Paulo. A previsão é de que os resultados fiquem prontos em até 20 dias.


munização
“Quase 100% da população de Maringá está vacinada contra a febre amarela”, disse a diretora de Vigilância em Saúde. Segundo ela, uma campanha extensa de vacinação foi realizada no município no ano passado e atingiu também moradores de cidades vizinhas. Ainda de acordo com o gerente do Parque do Ingá, todos os funcionários foram vacinados em 2008.

Segundo Rosângela, a vacina contra febre amarela garante imunidade contra a doença por um período de 10 anos, e pode ser tomada em qualquer posto da rede pública de saúde. Entretanto, ela ressalta: “quem tomou a dose há menos de 10 anos não deve ser vacinado novamente. A dose é muito forte e pode causar complicações para a saúde, podendo inclusive causar morte”, diz.

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