Quinta-Feira, 11 de Dezembro de 2014

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Morales pediu para dissolver o "conselho de insegurança" da ONU

O presidente da Bolívia, Evo Morales, disse que o Conselho de Segurança da ONU deve desaparecer, porque não cumpre os objetivos de assegurar a paz entre as nações.

Publicada: 16/06/2014 - 03h25m|Fonte: RT|Versão para impressão|

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    Foto: Julio Aracil


O presidente da Bolívia, Evo Morales, disse que o Conselho de Segurança da ONU deve desaparecer, porque não cumpre os objetivos de assegurar a paz entre as nações.

"É necessário organismos internacionais que fomentem a paz, que eliminem as hierarquias mundiais e que promovam a igualdade entre os Estados. "Por isso o Conselho de Segurança da ONU tem que desaparecer" disse Morales em seu discurso na cerimônia de abertura da Cúpula do G77 + China, informa a Agência Boliviana de Informação.

De acordo com o presidente da Bolívia, a ONU, em vez de assegurar a paz entre as nações, promoveu a guerra e invasões de potências imperiais para aproveitar os recursos naturais dos países invadidos.

"Hoje, em vez de Conselho de Segurança é um conselho de insegurança e invasão imperial", Morales fez a crítica durante seu discurso na cúpula realizada na cidade boliviana de Santa Cruz.

Na sua opinião, nenhum país, nenhuma instituição ou interesse pode justificar a invasão de um Estado por outro. "A soberania dos Estados e resolver conflitos internos em cada país, é o fundamento da paz e as Nações Unidas", suportadas.

Nesse discurso, ele denunciou o "injusto" bloqueio econômico contra Cuba , além das "agressivas e ilegais" as políticas do governo dos EUA contra a Venezuela, destinadas a impor sanções ao país, em clara violação dos princípios e propósitos da Carta da ONU .

"Isso é perseguição e golpe internacional constitui colonialismo moderno, o colonialismo desta nova era", acrescentou.

Neste sentido, ele disse que, nestes novos tempos os países devem ser capazes de superar e curar as feridas herdadas por guerras fratricidas "alimentada por interesses capitalistas estrangeiros."

"Devemos consolidar os esquemas de integração que facilitam nossa convivência pacífica, o nosso desenvolvimento e nossa crença em valores comuns como a justiça. Somente juntos podemos alcançar uma vida digna para nossas nações", concluiu.

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