A gravação é o primeiro testemunho público de Murray, desde que faleceu o cantor em 25 de junho por causas que ainda não foram esclarecidas, e que parecem ter relação com um potente remédio de uso hospitalário que o doutor administrou ao artista para ajudá-lo a dormir.
"Fiz tudo o que podia ser feito, e disse a verdade e teho fé que tudo se esclarecerá".disse Murray nas imagens onde aparece preocupado, quase com lágrimas nos olhos. O cardiologista, que evitou proclamar explicitamete sua inocência, usou a maior parte do seu curto discurso de um miuto para agradecer os apoios recebidos.
O doutor é a pedra fundamental das investigações políciais para determinar como se desencadiou a morte do artista. A polícia interrogou em várias ocasiões Murray que, segundo informação polícial, cooperou com as autoridades. As informações que aparecem nos meios americanos indica que Murray havia adquirido as medicamentos com receita para depois administra-la a Jackson, que era um frequente consumidor de fortes calmantes.
O médico havia injetado no cantor o anestésico Propofol antes da morte do artista, e foi o primeiro a perceber que Jackson não respirava e tratou sem êxito de reanimá-lo.