Segunda-Feira, 27 de Outubro de 2014

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Mariona de mãos dadas com Bornhausen não é Nova Política

Jorge Bornhausen é herdeiro direto da ARENA, partido que deu sustentação a ditadura militar no Brasil. Quando Marina Silva abraça esse tipo de gente, é chegada a hora de parar de falar em "nova política".

Publicada: 24/09/2014 - 14h06m|Fonte: Pragmatismo Político|Versão para impressão|

  • Marina Silva de mãos dadas com Paulo Bornhausen (dir). Na reta final de campanha vale tudo
  • Marina Silva de mãos dadas com Paulo Bornhausen (dir). Na reta final de campanha vale tudo
Na reta final da campanha à Presidência, antes do primeiro turno das eleições, Marina Silva deixa na gaveta o discurso da “nova política” e vincula sua imagem a velhas famílias de políticos.
Em Florianópolis, a candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, subiu no palanque para pedir voto para o deputado Paulo Bornhausen, conhecido como Paulinho. “Meus amigos, vamos fazer a campanha de Paulo, para que ele seja o nosso senador”, afirmou.

Ele é filho do ex-senador Jorge Bornhausen (ex-PFL e DEM), conservador de direita, um dos nomes fortes da Arena, partido que deu sustentação ao regime militar. Além disso, em 2005, durante a crise do mensalão, ele chegou a dizer que queria o Brasil ‘livre da raça’ do PT. Na época, Mariana era filiada ao partido e ministra de Lula.

No evento, Marina foi recebida com protestos de estudantes ligados à União da Juventude Socialista (UJS). O grupo carregava cartazes com dizeres “Mais amor, menos Marina”, e faixas ligando a candidata ao deputado Marco Feliciano.


“Fio de esperança”

No início de setembro, generais conservadores da reserva publicaram uma carta aberta (relembre aqui) em que citam Marina Silva como um “fio de esperança” na disputa presidencial para combater a “corruptocracia instalada no poder pelo lulopetismo”

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