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Maia X Joaquim Barbosa: Globo intimida Cãmara

“Quem nomeia e cassa ministro do STF é o Parlamento”, adverte Marco Maia

Publicada: 21/12/2012 - 11h55m|Fonte: Conversa Afiada|Versão para impressão|

  • Maia X Joaquim Barbosa: Globo intimida Cãmara
De Paulo Henrique Amorim

Faz parte da receita do Golpe.

Intimidar o Congresso e entregar o poder ao Supremo.

Na verdade, entregar o poder aos Chinco Campos – é assim mesmo, revisor: Chinco; obrigado: Gilmar, Celso, (Collor de) Mello, Fux e Barbosa.

(Vem de Chico Campos, o grande Democrata, redator da “Polaca”, a Carta de 1937, citado no canto de cisne de Celso de Mello como exemplo de jurista Democrata.)

São os Chinco que consistentemente rasgaram e rasgam a Constituição de 1988.

A eles, o Globo e a Casa Grande, querem entregar o poder.

Desmoralizar o Executivo é tarefa diária, ininterrupta da editoria “O Brasil é uma m…”, que preside os trabalhos do grande antropólogo, o Gilberto Freire com “i”, que se assina Ali Kamel.

(Leia “em tempo”.)

(Clique aqui para votar na enquete “quem lidera o Golpe”.)

A receita do Golpe prevê: desmoralizar o Congresso, onde a Presidenta trabalhista tem maioria, o Executivo trabalhista, e concentrar o poder na Falange: o Supremo dos Chinco Campos e o PiG (*).

Nada de novo.

Foi assim em 1964, quando o Globo saudou em editorial o Golpe militar como “A volta da Democracia”.

(E, no dia seguinte, entregou aos militares uma relação de intelectuais que deveriam ser presos, entre eles Ferreira Gullar.)

Nada de novo.

Foi assim em Honduras e no Paraguai.

E na Venezuela, no Golpe PiGático – e fracassado – de abril de 2002.

Igualzinho.

Supremo e PiG à frente.

Lá, Chávez peitou.

Aqui, Lula peitará.





Em tempo: conta-se que, um dia, em Apipucos, D. Madalena disse ao Mestre: Gilberto, essa carta está há muito em cima da tua mesa e você não abre. Não é para mim, respondeu o Mestre, carinhosamente. É para um Gilberto Freire com “i.

Em tempo2: com medo de ter provocado o fim do mundo ao fechar o Congresso e impedir a votaçao do Orcamento de 2013, o guitarrista Fux expediu nota para, segundo o Globo, “liberar” votação do Orçamento. Voto de Ministro não “libera” nada. Voto de Ministro é voto e estamos conversados. O voto inconsequente do guitarrista fechou o Congresos e impede a votação do Orçamento de 2013. Ponto. Se o Congresso votar antes de 300 mil MPs, corre o risco de um dos Chinco Campos fechá-lo. Ponto.



(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

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