Quinta-Feira, 10 de Outubro de 2013

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José Dirceu esclarece depoimento de Marcos Valério

José Dirceu publica nota de esclarecimento sobre acusações "improcedentes" de Marcos Valério.

Publicada: 11/12/2012 - 07h24m|Fonte: A Redação|Versão para impressão|

  • José Dirceu esclarece depoimento de Marcos Valério
Ex-ministro José Dirceu divulgou nesta manhã nota de esclarecimento sobre as acusações de Marcos Valério. A nota, na verdade, é do advogado de Dirceu, que reafirma a falta de procedência das acusações contra Dirceu.

Íntegra da Nota:


"Em relação à manchete de hoje do Estado de S. Paulo, publico aqui nota do meu advogado, José Luis Oliveira Lima:

A prova testemunhal e documental produzida na Ação Penal 470 (mensalão) demonstrou de maneira cabal que a nova declaração de Marcos Valério não tem qualquer procedência. O ex-ministro José Dirceu jamais se reuniu com Marcos Valério, com o ex-presidente Lula e Delúbio Soares no Palácio do Planalto, bem como nunca conversou qualquer assunto com ele (Valério), muito menos a respeito de financiamentos de campanhas.

José Dirceu jamais foi ameaçado por Ronan Maria Pinto. A quebra do sigilo fiscal e telefônico do ex-ministro deixou patente a ausência de relação com Marcos Valério.

José Luis Oliveira Lima"

Ainda nesta manhã Dirceu publicou em seu blog matéria que mostra que "Economia dá sinais claros e positivos para 2013".

Como segue:

"Dois dados muito relevantes, mas que foram pouco abordados pela imprensa, dão uma boa ideia do quadro econômico que nos espera para o próximo ano.

A primeira: o diretor de política monetária do Banco Central, Aldo Mendes, informou que o país deve fechar 2012 com Investimentos Estrangeiros Diretos (IED) de mais de US$ 66 bi, bem acima dos US$ 60 bi projetados anteriormente. "Será suficiente para pagar a conta corrente do país", disse Mendes.

A segunda: a taxa de inflação medida pelo IPCA deve ficar em torno de 5,6% neste ano – num patamar “não muito diferente disso no ano que vem” –, de acordo com previsão do coordenador de Análises Econômicas da FGV, Salomão Quadros. Isso significa que estará dentro do intervalo de tolerância de dois pontos para cima ou para baixo em relação à meta central fixada pelo BC para a inflação em 2012, 2013 e 2014, de 4,5%. Segundo Quadros disse à Agência Brasil, “escapar da meta não é um risco visível”.

Está bom demais. O importante é criar empregos, aumentar a renda e crescer. A inflação dentro da meta com a banda é suportável. Já o desemprego e a recessão não são suportáveis, como no resto do mundo.

Além disso, receber US$ 66 bi de investimentos externos e retomar o crescimento no último trimestre são sinais claros para 2013. Isso sem falar nos investimentos na infraestrutura e públicos que virão como resultados das recentes medidas tomadas pelo governo. Já falamos bastante sobre isso aqui.

Em resumo, temos sólidos fundamentos macroeconômicos no Brasil, apesar do crescimento global permanecer fraco, como bem lembrou Aldo Mendes.

Falando um pouco mais da inflação, Salomão Quadros acredita que a tendência é que o resultado de 2013 seja parecido com o de 2012, talvez um pouco mais elevado por causa do aquecimento maior da economia. “Diante do resultado fraco deste ano e das diversas medidas de incentivo que têm sido tomadas, não é possível que a economia não reaja alguma coisa”, diz.

Com a perspectiva de retomada da indústria e dos serviços, deve haver pressão sobre o mercado de trabalho, “que já está no limite, com uma taxa de desemprego de 5,3%”, uma das mais baixas do mundo., lembra o professor da FGV. “Em comparação com qualquer país, o Brasil está em uma posição especial em matéria de mercado de trabalho.”

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