Domingo, 21 de Novembro de 2010

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Internet Explorer do Banco dos réus

Organizações francesas e alemãs fizeram recomendações desencorajando o uso do Internet Explorer, devido ao ataque sofrido pelo Google na China.

Publicada: 18/01/2010 - 08h17m|Fonte: Alessandra Rosa - da Redação|Versão para impressão|0 comentário(s)

  • Internet Explorer do Banco dos réus
Organizações francesas e alemãs fizeram recomendações desencorajando o uso do Internet Explorer. A controvérsia sobre o ataque sofrido pelo Google na China incrimina o navegador.

A falha presente neste navegador da web permite executar remotamente códigos maliciosos, e envolve tanto a versão 6, 7 quanto a 8 do IE (Internet Explorer).

Continua a polêmica sobre o que ocorreu com o Google na China. Enquanto a Google ameaça deixar a China a Microsoft é julgada por esse mesmo ataque.

O ataque teria sido realizado através de um furo de segurança presente em todas as versões do Internet Explorer.

A Microsoft assegura por seu lado que não é responsável pelo ataque, e considera que o ataque contra o Google não está relacionado à vulnerabilidade do navegador. Segundo a Microsoft, só é preciso definir a configuração de segurança do navegador como "elevado" para resolver o problema. No entanto, a gigante de Redmond ainda não tomou medidas para corrigir seu navegador.

Duas organizações, alemãs e francesas, chamam a atenção para que não seja utilizado o Microsoft Internet Explorer, e defendem o uso de um navegador alternativo. Estas recomendações foram feitas pela Certa na França que publicou um boletim de aviso em 15 de janeiro. O boletim afirma que um código arbitrário pode ser executado a partir das versões 6, 7 e 8 do Internet Explorer:

"Uma vulnerabilidade devido a uma referência a um ponteiro inválido permite que uma pessoa mal-intencionada execute um código arbitrário à distância. As explorações limitadas desta vulnerabilidade já foram constatadas."

A Certa recomenda usar um navegador alternativo até que a Microsoft não resolva o problema. Recomenda-se também desativar o código dinâmico (JavaScript, ActiveX, ...). A ativação do DEP (Data Execution Prevention) pode limitar o impacto desta vulnerabilidade.

Na Alemanha, o BSI alemão pede aos usuários que parem de usar o Microsoft Internet Explorer.

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