Quinta-Feira, 27 de Junho de 2013

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Google declara guerra ao Office da Microsoft

Google quer que 90% das empresas troquem o Office da Microsoft pelo seu pacote de ferramentas de produtividade online.

Publicada: 04/05/2010 - 17h34m|Fonte: Expresso|Versão para impressão|

  • Google declara guerra ao Office da Microsoft
Google quer que 90% das empresas troquem o Office da Microsoft pelo seu pacote de ferramentas de produtividade online, Google Docs. Luca Paderni, responsável pelo negócio empresarial da Google na Europa, explica como.

Luca Parderni é o responsável pelo negócio empresarial da Google na Europa. Em Lisboa, onde participou num evento organizado pela consultora IDC sobre Computação em Nuvem (Cloud Computing ), falou ao Expresso sobre o tema do momento nos domínios das tecnologias de informação.

Em sua opinião, a primeira vantagem deste novo paradigma computacional é a "flexibilidade da oferta".

"O utilizador não precisa ter o seu próprio servidor, porque não é necessário fazer um investimento inicial. Pode testar diversas soluções e se alguma fizer sentido para a sua empresa sabe que são escaláveis, já que estas plataformas estão prontas para suportar dez utilizadores ou dez mil, sem qualquer problema", disse Luca.

Luca Parderni garante ainda que "por contrato, o Google Apps , que inclui aplicações como o Gmail (correio eletrônico) e Gtalk (mensagens instantâneas),além do Google Docs (ferramentas de produtividade), garantem uma disponibilidade de 99,9%, um número bem mais elevado do que algumas empresas conseguem garantir nas aplicações que gerem".

Números

7.000.000 de estudantes e professores universitários que usam todos os dias, em todo o mundo, a versão acadêmica do Google Apps de uma forma completamente gratuita.

O cliente é que manda

Respondendo às críticas feitas por Richard Satllman , fundador da Free Software Foundation , que alertou para o fato deste tipo de soluções obrigarem os seus clientes a investirem em aplicações proprietárias, com custos cada vez mais elevados, Paderni assegura que "se um cliente achar que é muito caro, poderá sempre mover os seus dados para onde bem entender porque é dono deles, quer se trate de um indivíduo ou de uma empresa".

Dona e senhora de uma infra-estrutura composta por três milhões de servidores e de alguns dos mais populares serviços do mundo - como o Google Earth e o YouTube - a empresa criada por Larry Page e Sergey Brin estará desde já na linha da frente em busca do controle das "nuvens".

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