Terça-Feira, 02 de Dezembro de 2014

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Ex-assessor de Reagan: "EUA quer dominar com violência e mentiras, não com diplomacia

Os Estados Unidos, convencidos de sua exclusividade, quer dominar o mundo por meio da violência e mentiras em vez de recorrer à diplomacia, escreve o célebre cientista político americano e ex-assessor de Reagan, Paul Craig Roberts

Publicada: 21/08/2014 - 17h29m|Fonte: RT|Versão para impressão|

  • Depois de ter servido aos interesses de Washington, a investigação voo MH17, deixam a mídia
  • Depois de ter servido aos interesses de Washington, a investigação voo MH17, deixam a mídia
    Foto: © REUTERS Brian Snyder
Os Estados Unidos, convencidos de sua exclusividade, quer dominar o mundo por meio da violência e mentiras em vez de recorrer à diplomacia, escreve o célebre cientista político americano e ex-assessor de Reagan, Paul Craig Roberts

Depois de ter servido aos interesses de Washington, a investigação sobre o desastre do voo MH17 (Avião da Malaysia Airlines) na Ucrânia, entre outros assuntos, deixam de receber a atenção dos meios de comunicação ocidentais, lembra Paul Craig Roberts. Analisando esta "distorção deliberada dos fatos", ele conclui que estes são parte da propaganda ocidental.

De acordo com o cientista político, os meios de comunicação ocidentais continuam a perpetuar uma mentira que tem sido utilizada como razão para a imposição de sanções a Moscou que resultaram na escalada do conflito com a Rússia. "Washington tem a intenção de agravar, não aliviar, um conflito que foi orquestrada inteiramente pelo próprio governo em Washington", conclui o especialista em artigo publicado em seu site.

Para Roberts, os Estados Unidos não usam a diplomacia, mas em vez disso utilizam a prática "de suborno, ameaças e coerção" no lugar. EUA vê a si mesmo como "um país excepcional," predestinado pela história e cujos interesses prevalecem sobre as de outros países. Nesta imagem de si mesmo não há espaço para concessões explica o ex-assessor do presidente Ronald Reagan.

Na sua opinião, você não pode confiar na diplomacia e boa vontade enquanto o Ocidente se baseia na violência. Basear-se na consciência europeia equivale a confiar em um fantasma, porque a Europa apoiou os bombardeios americano no Afeganistão, Iraque, Líbia, Somália, Paquistão, Iêmen e Síria, conclui o famoso cientista político.

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