Quinta-Feira, 10 de Outubro de 2013

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Em sua posse, Obama afirma que "uma década de guerra está terminando"

Presidente reeleito dos EUA, democrata fez poucas menções à política externa

Publicada: 21/01/2013 - 14h41m|Fonte: Opera Mundi|Versão para impressão|

  • Em sua posse, Obama afirma que
Artigo publicado no portal OPERA MUNDI - 18h43

Em seu discurso de posse realizado na tarde desta segunda-feira (21/01), o presidente reeleito dos Estados Unidos, Barack Obama, fez menções triviais aos direcionamentos da política externa nos próximos quatro anos de mandato. O chefe de Estado preferiu abordar temas internos, fazendo apelos à união nacional no combate à crise e na inserção de minorias.

Sem citar nenhum país durante sua fala, o presidente reeleito cita que uma década de guerra está no fim [menção à guerra do Iraque, que completa dez anos]. "Essa geração de norte-americanos tem sido testada por crises que endureceram nossa determinação e provaram nossa resistência. Uma década de Guerra está acabando agora. Uma recuperação econômica está começando. As possibilidades da América são ilimitadas, porque nós possuímos todas as qualidades que um mundo sem fronteiras demanda: juventude e orientação; diversidade e abertura; uma capacidade infinita para o risco e o dom da reinvenção".

O discurso ocorreu instantes depois de ter prestado juramento público, nas escadarias do capitólio, sede do Congresso dos EUA. Todos os ex-presidentes vivos comparecerem ao evento, com exceção de George H. Bush, que está doente, e de seu filho, George W. Bush, antecessor direto de Obama. O democrata foi reeleito em 6 de novembro, após vencer o republicano Mitt Romney por 50% a 48% dos votos.

Em uma das raras menções a outras regiões do mundo, Obama afirmou que os EUA irão "defender a democracia na Ásia e na África; das Américas ao Oriente Médio; porque nossos interesses e nossa consciência nos compelem a agir em socorro por aqueles que, há muito tempo, anseiam por liberdade".

O presidente norte-americano também afirmou que vai procurar resolver as diferenças com outras nações de forma pacífica, “não porque somos ingênuos sobre os perigos que enfrentamos, mas porque nosso envolvimento pode aumentar desconfiança e medo de maneira mais permanente” e promete continuar formando alianças em todas as regiões do globo.

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