Quinta-Feira, 10 de Outubro de 2013

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Conselho de Segurança condena o ataque a frota de ajuda humanitária feita por Israel

Em declaração formal, após mais de 10 horas de negociações a portas fechadas, o Conselho solicitou a liberação imediata dos navios e civis detidos por Israel

Publicada: 01/06/2010 - 11h35m|Fonte: Guia Global - Com informações da Al Jazeera|Versão para impressão|

  • Lideres pedem a liberação imediata do bloqueio a Gaza
  • Lideres pedem a liberação imediata do bloqueio a Gaza
O Conselho de Segurança condenou as mortes de civis durante o ataque de Israel na segunda-feira contra um comboio de ajuda humanitária que se dirigia à Faixa de Gaza.

Em uma declaração formal, após mais de 10 horas de negociações a portas fechadas, o Conselho solicitou a liberação imediata dos navios e civis detidos por Israel e exigiu uma investigação imparcial.

Antes da sessão de emergência, quase todos os 15 membros do Conselho consideraram deplorável o ataque que deixou pelo menos 10 ativistas da Frota da Liberdade mortos e dezenas de feridos.

"É claro que as Restrições de Israel sobre o acesso a Gaza deva ser levantado em consonância com a Resolução 1860 do Conselho de Segurança", disse Mark Lyall Grant, o embaixador britânico nesta terça-feira.

"O fechamento atual é inaceitável e contraproducente", disse Grant.

França, Rússia e China também pediram o fim do bloqueio e a abertura de um inquérito independente.

Os Estados Unidos, tradicional aliado de Israel, não pediu especificamente o fim do bloqueio da Faixa de Gaza. Mas que a medida, deva pelo menos, ser facilitada.

O representante adjunto permanente dos EUA, Alejandro Wolff, disse que Washington está "profundamente perturbado pela violência e lamenta a trágica perda recente de vida."

Entretanto, a UE e a Rússia emitiram uma condenações Conjuntas de utilização por Israel de força letal na operação, e pediu a abertura de passagens na Faixa de Gaza.

Falando durante a cimeira UE-Rússia, Sergei Lavrov, ministro russo dos Negócios Estrangeiros e Catherine Ashton, o chefe de Política Externa da União Européia exigiu o fim ao bloqueio de Gaza.

Em sua declaração conjunta, a UE e a Rússia acrescentaram: "É necessária a abertura imediata de passagens para o fluxo de ajuda humanitária, mercadorias e pessoas pra Faixa de Gaza."

O presidente da UE, Herman Van Rompuy, pediu uma "solução duradoura" para a situação em Gaza. "Nós lamentamos a perda de vidas, condenamos o uso da violência e exigimos uma investigação imediata, completa e imparcial".

Dmitry Medvedev, presidente da Rússia, disse que as mortes de civis são "irreparáveis e absolutamente injustificáveis."

O Egipto abriu as suas fronteira de Rafah e Gaza para acesso de ajuda humanitária para os palestinos Deixando abertas até novo aviso.

Em um ato histórico o líder palestino Mahmood Abbas fez um telefonema para, Hosni Mubarak, agradecendo a resposta dos egípcios ao "massacre".

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