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Coletivo Ovelhas Negras promove campanha contra a discriminação sexual

O coletivo afirmou que no Uruguai são inegáveis os avanços que a diversidade sexual conseguiu em termos de legitimidade social nos últimos anos.

Publicada: 27/03/2009 - 11h38m|Fonte: Adital|Versão para impressão|0 comentário(s)

O coletivo Ovelhas Negras lançou uma campanha midiática contra a discriminação por orientação sexual no Uruguai. O grupo está integrado por gays, lésbicas, travestis, transexuais e bissexuais. A campanha, intitulada "Um beijo é um beijo", mostra casais homossexuais se beijando na rua.
A campanha é composta por um spot publicitário televisivo, três spots de rádios e cartazes nos ônibus. Além disso, tem o apoio financeiro da Embaixada do Reino dos Países Baixos e faz referência à lei 17.817, que condena a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero.

O coletivo afirmou que no Uruguai são inegáveis os avanços que a diversidade sexual conseguiu em termos de legitimidade social nos últimos anos. Diego Sempol, integrante do Ovelhas Negras, afirmou que não só existem conquistas legais como a lei antidiscriminação e a união de concubinato, assim que muitos gays, lésbicas e trans venceram o medo, a vergonha e o preconceito.

Mostra disso são as marchas da diversidade que se celebram tradicionalmente no mês de setembro, nas quais, a cada ano, participa mais gente. Sempol mencionou que o segundo objetivo desta campanha "é começar a trabalhar com a sociedade uruguaia para que comecem a se acostumar a conviver com a diferença".
O artigo 149 do Código Penal penaliza com penas de 6 a 24 meses de prisão a quem cometa "atos de violência moral ou física, de ódio ou de desprezo contra uma ou mais pessoas em razão de orientação sexual ou identidade sexual".

A campanha pode ser conhecida através da página: www.ovejasnegras.org.

A nota é da Pulsar

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