Sábado, 29 de Março de 2014

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CNBB que agride Dilma é de SP. Qual a novidade ?

"A combinação da CNBB-SP com Serra resultaria num regime neofranquista."

Publicada: 13/10/2010 - 12h26m|Fonte: Conversa Afiada|Versão para impressão|

  • À direita da foto, José Serra
  • À direita da foto, José Serra
    Foto: Conversa Afiada
Em seu site, Conversa Afiada, o jornalista Paula Henrique Amorim destaca que a CNBB que distribuiu folhetos contra Dilma é de São Paulo e que a ligação Serra e igreja resultaria num regime neofranquista.

Segue a matéria completa:


Saiu na Folha (*), pág. A4:

“Braço da CNBB (de São Paulo – PHA) distribui panfleto anti-Dilma a fiéis.”

“Entidade diz que suas regionais não estão autorizadas a falar em nome da cúpula, que não vetou candidatos.”

O Centro do Golpe do Estado Teocrático, presidido pelo Aiatolá das Mil Caras, é a Regional-Sul da CNBB, responsável pelo Estado de São Paulo, sob a liderança do Bispo Nelson Westrupp, de Santo André.

Navalha

A combinação da CNBB-SP com Serra resultaria num regime neofranquista.

Serra teria evoluído do neoliberalismo do Pinochet para a Monarquia do Generalíssimo.

Se eles ganhassem a eleição, ia ser assim: o Brasil do pecado de um lado, e um enclave virtuoso, que, hoje, corresponde ao Estado de São Paulo.

Neste enclave, nenhuma mulher faria aborto.

Nenhum homem seria adúltero.

O Aiatolá despacharia num Castelo ao lado da Igreja de Nossa Senhora da Aparecida.

O Castelo de Areia seria construído pelo Paulo Preto.

E, na porta, a Monica Serra venderia óculos da Daslu, de aro vermelho – devidamente banhados em água santa.

Viva o Brasil de 1964 !

Foi nisso o que deu o “avanço” do FHC.

Clique aqui para ler “Aborto é o que restou do legado do FHC”.



Paulo Henrique Amorim

(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

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