Sábado, 31 de Julho de 2010

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Brasil articula doações de vários países ao Haiti

O governo brasileiro avalia que as doações dos países ricos ainda são pequenas e não têm chegado, de fato, ao país da América Central.

Publicada: 15/01/2010 - 01h41m|Fonte: Agência Brasil|Versão para impressão|2 comentário(s)

  • Homens do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal embarcam rumo a Porto Príncipe
  • Homens do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal embarcam rumo a Porto Príncipe
    Foto: Agência Brasil
Mariana Jungmann
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O governo brasileiro está conversando diariamente com autoridades de diversos países sobre as doações ao Haiti, arrasado na última terça-feira (12) por um terremoto na capital Porto Príncipe, conforme informou hoje (14) a assessoria de imprensa do Ministério das Relações Exteriores. Ontem o chanceler Celso Amorim conversou com a secretária de estado norte-americana, Hillary Clinton, sobre a coordenação dos trabalhos de resgate e reconstrução do país.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também falou com o presidente norte-americano Barack Obama e propôs a criação de uma conferência de doadores para para organizar a distribuição do dinheiro que vem sendo anunciado.

Hoje, Amorim também falou com o chanceler do Canadá, que prometeu doar US$ 5 milhões. Amanhã (15), será a vez de fazer contato com o governo da Austrália para tratar do assunto. O ministro também está em contato com o embaixador brasileiro no Haiti, Igor Kipman, recebendo notícias das autoridades locais.

O governo brasileiro avalia que as doações dos países ricos ainda são pequenas e não têm chegado, de fato, ao país da América Central. A exceção a isso seria a doação de US$ 100 milhões que os Estados Unidos anunciaram.

Além da questão financeira, também precisam ser resolvidos detalhes práticos sobre a ação da Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (Minustah). O mandato da missão delimita todas as práticas e até a quantidade de soldados de cada país que forma a força. Por isso, a incorporação dos novos militares que estão sendo enviados por diversos países e as novas ações que serão executadas pela Minustah precisam ser oficialmente incorporadas ao mandato da missão. Mas ainda não se sabe exatamente como isso será feito.

Comentários dos leitores

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  • Comentário

    02

  • Porwellington (paulista - PE)15/01/2010 - 21h06m

    na minha opiniaõ todos deverian ajudar essas pessoas pois isso poderia acontecer com qual quer um de nois
    comvocava pessoas que quisesse servir o quartel para ir para ohaiti ajudar

  • Comentário

    01

  • PorJosé Wildson Coruja Ramalho (Aracaju - SE)15/01/2010 - 18h49m

    Essa é a hora de todos faze-se um com os nossos irmãos que estão sofrendo com as percas dos seus entes queridos que Deus tenha misericórdia desas almas.

2 comentários disponíveis

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