Segunda-Feira, 01 de Julho de 2013

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A dois dias da cirurgia para retirada de um tumor, Cristina Kirchner pretende manter as atividades políticas

Na semana passada, a Presidência da República da Argentina confirmou que Cristina sofre de um câncer na glândula tireóide e será operada.

Publicada: 02/01/2012 - 07h28m|Fonte: Renata Giraldi - Agência Brasil|Versão para impressão|

  • A dois dias da cirurgia para retirada de um tumor, Cristina Kirchner pretende manter as atividades políticas
A presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, de 58 anos, pretende trabalhar normalmente até amanhã (3) véspera da cirurgia a que será submetida para a retirada de um tumor no lobo direito da tireóide, marcada para o dia 4. Ela quer retomar as atividades políticas no dia 25. Na semana passada, a Presidência da República da Argentina confirmou que Cristina sofre de um câncer na glândula tireóide e será operada.

Após a confirmação do diagnóstico da presidenta, o médico oncologista Santiago Zund, que integra a equipe de profissionais que cuidam da saúde de Cristina, disse que o prognóstico relativo à governante é “positivo”. Segundo ele, a cirurgia para a retirada do tumor deve durar de duas a três horas. De acordo com o oncologista, os exames mostraram que não há metástase (contaminação de outros órgãos pela doença).

Zund disse explicou que a cirurgia envolve uma pequena incisão no pescoço, o que não impedirá a presidenta de ter vida normal depois. Ele ressaltou, porém, que é necessário obedecer o período de convalescença de 72 horas e complementar o tratamento com iodo radioativo.

Cristina Kirchner é a quinta líder latino-americana a tratar-se de um câncer. Também está em tratamento o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que no ano passado retirou um abcesso na pélvis, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que faz sessões de quimioterapia para se curar de um tumor na laringe. A presidenta Dilma Rousseff e o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, conseguiram vencer um linfoma. Ambos se submeteram a sessões de quimioterapia e radioterapia.

*Com informações da agência pública de notícias da Argentina, Telam//Edição: Graça Adjuto

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