Domingo, 07 de Setembro de 2014

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A babel das ruas e o monopólio do dinheiro

'queremos ser a prioridade da crise; não a matéria-prima de salvação da plutocracia'.

Publicada: 16/10/2011 - 02h20m|Fonte: Carta Maior|Versão para impressão|

As mobilizações de rua que assaltam o monólogo conservador falam uma língua que a ortodoxia mercadista e seu dispositivo midiático até toleram, como trilha sonora. Mas desdenham, no mérito, quando se trata de ordenar a agenda de superação do colapso neoliberal,cujo epicentro hoje é a crise bancária do euro.

Seja em Atenas, afogada em 20 dias sem coleta de lixo e numa onda de suicídios em crescimento geométrico, ou em Wall Street, ou ainda em Madrid, Lisboa, Berlim, Londres, Roma etc o que as ruas dizem, como se viu neste sábado de protesto global, pode ser resumido em uma frase: 'queremos ser a prioridade da crise; não a matéria-prima de salvação da plutocracia'.

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